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Últimas Análises e Comentários

por Majid Rafizadeh  •  17 de Março de 2019

  • A Europa vorazmente impõe sanções contra um país que tem sido o lar de judeus por mais de três mil anos, e ainda assim procura encontrar formas de continuar fazendo negócios com um país como o Irã, que não só está fazendo o possível e o impossível para implantar sua hegemonia em todo o Oriente Médio, como também é um 'serial' violador de quase todos os direitos humanos imagináveis. A única e óbvia conclusão que se pode chegar é que a Europa continua querendo matar judeus e encontrou a feliz oportunidade de dar suporte àqueles que estão dispostos a matá-los.

  • "Em fevereiro de 2018, o ativista acadêmico e ambientalista iraniano/canadense Kavous Seyyed Emami morreu na prisão de Evin após sua arbitrária detenção duas semanas antes. As autoridades disseram que ele cometeu suicídio e se recusaram a liberar seu corpo a menos que sua família concordasse com um enterro imediato sem que fosse realizada uma autópsia independente." — Anistia Internacional.

  • A lista das indescritíveis violações de direitos humanos cometidos pelo regime do Irã é compridíssima, no entanto, de longe a mais alarmante parece ser a crueldade praticada contra crianças.

  • Agora é a hora da UE dar um basta na política de passar a mão na cabeça de um regime que não hesita em açoitar pessoas em público como recado a todos, torturar qualquer cidadão ao seu bel prazer, conduzir punições cruéis como amputações sem julgamentos transparentes e executar crianças que estão apenas começando a vida. São atos que deveriam ser condenados, não tolerados por meio de políticas de acomodamento, depravação moral e ganância grosseira.

Qual seria a razão da União Europeia buscar políticas de acomodamento com o regime do Irã que tem um histórico tão abominável no tocante aos direitos humanos? De acordo com a Anistia Internacional "meninas a partir de nove anos de idade já podem ser condenadas à pena de morte, meninos a partir dos 15. No mínimo 73 menores infratores foram executados entre 2005 e 2015." (Imagem: iStock)

por Khaled Abu Toameh,louisiana dl  •  15 de Março de 2019

  • Para alguns, a encenação do julgamento na Faixa de Gaza do presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas pode parecer coisa banal ou então algum tipo de comédia grotesca. O "julgamento", no entanto, é algo totalmente diferente: o objetivo é mandar um recado não só a Abbas, mas a qualquer palestino que ouse sonhar em fazer as pazes com Israel ou em reconhecer seu direito de existir.

  • O "julgamento" visa mostrar o que aguarda qualquer palestino que ouse trabalhar com Israel, coordenar a segurança ou normalizar relações com o país. Veredito: todo e qualquer palestino que aceitar um plano de paz com Israel também será considerado culpado e estará assinando sua própria sentença de morte.

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A encenação do julgamento na Faixa de Gaza do presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas pode parecer coisa banal ou então algum tipo de comédia grotesca. O "julgamento", no entanto, tem o objetivo de mandar um recado não só a Abbas, mas a qualquer palestino que ouse sonhar em fazer as pazes com Israel ou reconhecer seu direito de existir. Foto: Mahmoud Abbas na Assembleia Geral das Nações Unidas, 20 de setembro de 2017. (Foto: Kevin Hagen/Getty Images)

O movimento islâmico palestino Hamas não faz segredo de sua ânsia em ver o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, ser julgado por trair os palestinos por sua suposta "colaboração" com Israel e sanções contra a Faixa de Gaza.

No ano passado, Ahmed Bahr, funcionário do alto escalão do Hamas, sugeriu que Abbas fosse julgado por "alta traição", crime passível de condenação à pena de morte. Abbas não só se recusa em fazer as pazes com o Hamas como também quer que a facção entregue suas armas ao governo da AP, segundo Bahr. "Por isso ele deveria ser trazido perante um tribunal popular e constitucional sob a acusação de alta traição."

por Guy Millière  •  11 de Março de 2019

Após a 16ª manifestação que ocorre aos sábados patrocinada pelos "coletes amarelos", que começou em novembro último contra o aumento no preço dos combustíveis decretada pelo presidente francês Emmanuel Macron, a situação, ao que tudo indica, se agravou ainda mais. Foto: manifestantes do movimento "coletes amarelos" perto da Torre Eiffel em Paris, França, 2 de março de 2019. (Imagem: Getty Images)

Após a 16ª manifestação que ocorre aos sábados patrocinada pelos "coletes amarelos", que começou em novembro último contra o aumento no preço dos combustíveis decretada pelo presidente francês Emmanuel Macron, a situação, ao que tudo indica, se agravou ainda mais.

Isso ficou claro em 13 de fevereiro, quando um pequeno grupo de manifestantes começou a insultar o filósofo judeu francês Alain Finkielkraut, que nasceu e mora em Paris, ao ser visto em uma calçada. Um homem gritou: "cale a boca, sionista de m*", "vá para casa em Tel Aviv", "a França é nossa", "Deus irá te punir." Um cinegrafista filmou o incidente e depois compartilhou o vídeo nas redes sociais. Isso provocou um escândalo. O movimento "coletes amarelos" como um todo foi imediatamente acusado pelo governo francês de antissemitismo e "fascismo".

por Majid Rafizadeh  •  10 de Março de 2019

  • "Criamos um exército popular para defender o país e também para ajudar em casos de emergência, mas ele se transformou em um monstro." — Mohsen Sazegara, sobre a Guarda Revolucionária do Irã (IRGC), que ele próprio ajudou criar.

  • À luz do direito internacional, o governo iraniano tem a obrigação de respeitar a liberdade de religião. No entanto, a violação dos direitos dos cristãos no Irã atingiu níveis jamais vistos. Por quanto tempo a comunidade internacional permanecerá calada?

  • O que mais precisa acontecer para que esses eternamente presunçosos moralistas ajam para conter essas violações dos direitos humanos?

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Um objetivo deste tipo de violação contra os cristãos pelas forças islâmicas do Irã ao que parece é ameaçar e intimidar toda a comunidade cristã, cujos ancestrais viveram nesse país desde tempos imemoriais, para que fujam com medo de serem presos, torturados e mortos. Foto: Igreja de Santa Maria em Khuygan-e Olya, Província de Isfahan, Irã. (Imagem: Arteen Arakel Lalabekyan/Wikimedia Commons)

A perseguição aos cristãos no Irã em 2018 bateu novos recordes, de acordo com um minucioso estudo publicado juntamente com a Open Doors, Middle East Concern, Article 18 e pela Christian Solidarity Worldwide.

"O final de 2018 presenciou uma onda sem precedentes de ataques contra casas particulares onde estavam sendo realizadas reuniões, levando a um grande número de prisões. Inúmeros cristãos foram condenados a penas de prisão ou sentenciados pelo Tribunal de Recursos "observa o estudo.

Apesar desse violento abuso, das violações e ataques contra cristãos terem aumentado significativamente, a comunidade internacional continua considerando "moderado" o governo iraniano, conduzido pelo presidente Hassan Rouhani.


"Recuperando" Regiões que Jamais Estiveram sob Domínio Chinês

por Gordon G. Chang  •  4 de Março de 2019

  • O Exército Popular de Libertação da China está se armando a toque de caixa e isso está acionando o alarme. Pequim sempre afirmou que os objetivos de suas forças armadas são apenas defensivos, mas nenhum país está ameaçando nenhum território que se encontra sob controle da China. Portanto, o aumento das forças armadas mais parece uma preparação para a beligerância.

  • Os líderes chineses, não apenas Xi Jinping, acreditam que seus domínios devem ser muito maiores do que são hoje. O temor é que, agindo com base em sua própria retórica, eles acabem usando novas e admiráveis armas com a intenção primordial de invadir e ocupar territórios, se apoderar de águas e espaços aéreos internacionais.

  • Além disso, na década de 1930, a mídia divulgou a ideia de que o Japão estava sendo cercado por potências hostis que queriam evitar sua ascensão. Eri Hotta escreve no livro Japan 1941: Countdown to Infamy que os japoneses "se convenceram a acreditar que eram vítimas de circunstâncias e não agressores". É exatamente isso o que os chineses estão fazendo neste momento.

  • Lamentavelmente, esse trágico comportamento paradigmático é evidente hoje em uma Pequim onde os chineses, usando dragonas com estrelas em seus ombros, parecem querer repetir um dos piores erros do século passado.

Grande parte do equipamento que o Exército Popular de Libertação da China está adquirindo: porta-aviões, veículos anfíbios para transporte de tropas e caças invisíveis, tem o intuito de colocar em evidência o poder e não a defesa da pátria. Foto: porta-aviões Tipo 001A da China em 2017. (Imagem: GG001213/Wikimedia Commons)

"Estejam prontos para a batalha." É assim que o jornal South China Morning Post de Hong Kong, que reflete cada vez mais a linha do Partido Comunista, resumiu a primeira ordem do ano de Xi Jinping ao Exército Popular de Libertação da China (PLA). Xi, segundo suas próprias palavras que foram transmitidas para todo o país, exigiu o seguinte: "preparem-se para uma ampla campanha militar a partir de um novo ponto de partida".

O ousado líder da China vem ameaçando periodicamente, de uns meses para cá, seus vizinhos e os Estados Unidos. "Xi não está apenas e tão somente brincando de fazer guerra", salientou Victor Mair da Universidade da Pensilvânia, na mailing list deste mês da Fanell Red Star Rising. "Ele está realmente se aventurando para começar uma guerra. Ele se encontra em um perigoso estado de espírito".

por Judith Bergman  •  2 de Março de 2019

  • O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, agora parece estar mais propenso do que nunca à censura. Em um recente memorando escrito de maneira ininteligível, monótona e burocrática, ele descreve seu plano para desencorajar o "conteúdo limítrofe", um conceito que dá a impressão de ser da tal maneira sem pé nem cabeça a ponto de englobar tudo o que Zuckerberg e o Facebook possam imaginar ser passível de censura.

  • Um levantamento publicado pelo Wall Street Journal em 8 de janeiro, observou que os executivos do Facebook e do Twitter removeram a ativista Laura Loomer de suas plataformas depois que Zahra Billoo, CEO do Council on American Islamic Relations (CAIR), divisão San Francisco Bay Area, resolveu botar a boca no trombone. O que o Facebook deixa de divulgar é que o CAIR já conspirou com outrem, porém não foi indiciado no maior caso de suporte financeiro ao terrorismo da história dos EUA. O CAIR também foi considerado uma organização terrorista pelos Emirados Árabes Unidos.

  • A própria Billoo, de acordo com a Jihad Watch: "em tuítes que permanecem publicamente disponíveis... manifestou seu apoio a um califado islâmico e à Lei Islâmica (Sharia). Em inúmeros tuítes ela também afirma que o ISIS se encontra no mesmo nível moral que os soldados americanos e israelenses, salientando que "nossas tropas estão envolvidas em terrorismo".

  • O Facebook, no entanto, parece ser "bem criativo" no que tange obedecer suas próprias diretrizes. Na França, um prisioneiro identificado como Amir foi acusado em novembro de publicar propaganda do ISIS a partir de sua cela na prisão usando um telefone infiltrado clandestinamente. O Facebook, ao que tudo indica, não deu a mínima.

Recentes acontecimentos ilustram como o Facebook, que anteriormente já defendia as leis da blasfêmia, continua com a "censura em relação à sharia" no que diz respeito ao conteúdo que aparentemente bate de frente com suas "Normas Comunitárias".

Um levantamento publicado pelo Wall Street Journal em 8 de janeiro, observou que os executivos do Facebook e do Twitter removeram a ativista Laura Loomer de suas plataformas depois que Zahra Billoo, CEO do Council on American Islamic Relations (CAIR), divisão San Francisco Bay Area, resolveu botar a boca no trombone. O que o Facebook deixa de divulgar é que o CAIR já conspirou com outrem, porém não foi indiciado no maior caso de suporte financeiro de terrorismo da história dos EUA. O CAIR também foi considerado uma organização terrorista pelos Emirados Árabes Unidos.

por Judith Bergman  •  27 de Fevereiro de 2019

  • Pode ser que o Conselho da Europa considere os bons resultados do trabalho de Åberg de dedurar suecos à polícia por supostos crimes de pensamento um exemplo que outros países europeus deveriam seguir.

  • A aposentada esclarece durante o interrogatório: "fiquei zangada quando li sobre como as coisas funcionam com os imigrantes e como eles se safam das punições por tudo que aprontam. Eles são absolvidos, ainda que roubem e façam outras coisas. Não é justo que aqueles que cometem crimes bárbaros fiquem impunes..." A aposentada disse que ela não teria escrito o que escreveu se soubesse que era ilegal". É óbvio que ela achava, equivocadamente, que ainda vivia em uma democracia. Em janeiro ela foi condenada a pagar uma multa de 4 mil coroas suecas (US$443). A idosa depende da aposentadoria mensal de apenas 7 mil coroas suecas (US$775).

  • As autoridades suecas indubitavelmente não podem ou não querem processar ou condenar os jihadistas que eles tão generosamente recebem no país, no entanto não hesitam em indiciar e processar idosos aposentados e inofensivos. Poder-se-ia ressaltar que uma cultura que respeita os direitos humanos dos combatentes do Estado Islâmico que retornam ao país mais do que os de idosas que têm medo deles, está no fim da linha.

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Enquanto o serviço de segurança sueco assegura à população que se esforçará "ainda mais" para limitar o crescimento de ambientes terroristas na Suécia, o governo sueco exacerba o problema ao saudar a volta dos combatentes do ISIS ao país. (Imagem: iStock)

"O extremismo islamista fomentador da violência representa no momento a maior ameaça à Suécia," segundo um comunicado à imprensa de 15 de janeiro do Serviço de Segurança da Suécia (Säpo). "O nível de ameaça terrorista continua nas nuvens, três pontos numa escala de cinco. Isso significa que é bem provável que haverá um ato terrorista," salientou Klas Friberg, chefe da Säpo.

"Para enfrentar a ameaça de terrorismo, o Serviço de Segurança irá futuramente trabalhar com mais empenho no sentido de, estrategicamente, limitar o crescimento de ambientes extremistas. O que poderá redundar em lidar com (omhänderta) indivíduos que representem uma ameaça à segurança ou, em cooperação com outras autoridades num esforço concentrado, assegurar que esses indivíduos sejam processados por outros crimes ou impedir que tenham oportunidades de cometer tais crimes."

por Majid Rafizadeh  •  23 de Fevereiro de 2019

  • Para angariar tanto a confiança quanto a lealdade da população, o aiatolá Khomeini e seus seguidores inicialmente se retrataram como figuras espirituais que não almejavam governar o país.

  • Uma das piores execuções em massa de presos políticos perpetrada pelo regime teve lugar quando aproximadamente 30 mil pessoas, entre elas crianças e mulheres grávidas, foram executadas em um espaço de tempo de quatro meses. Segundo uma forte crítica do Congresso dos EUA, os "prisioneiros foram executados em grupos, uns por enforcamentos em massa e outros por pelotões de fuzilamento, os corpos das vítimas foram descartados em valas comuns."

  • Mais surpreendente ainda do que o avanço da indiferença do Irã no que diz respeito ao Estado de Direito é que uma parcela de políticos e governos ocidentais tentaram e ainda tentam passar a mão na cabeça desse regime bárbaro.

O regime islamista que comemorou seu 40º aniversário em 10 de fevereiro ocupa o primeiro lugar no ranking das execuções per capita. Foto: fuzilamento de homens curdos entre outros pelas forças do regime islamista do Irã, em 1979. (Imagem: Jahangir Razmi/Wikimedia Commons)

No dia 10 de fevereiro do corrente ano, o regime iraniano comemorou oficialmente o 40º aniversário da tomada do poder. O partido fundamentalista e islamista do aiatolá Ruhollah Khomeini surpreendeu a comunidade internacional e o povo iraniano quando em 1979 se assenhorou da revolução. O exitoso sequestro do poder sacudiu a política mundial.

Ainda que algumas pessoas estivessem cientes das intenções do partido islamista, muitos não se deram conta da dimensão das habilidades organizacionais do partido e do seu poder. Para angariar tanto a confiança quanto a lealdade da população, o aiatolá Khomeini e seus seguidores inicialmente se retrataram como figuras espirituais que não almejavam governar o país. Muitos, incluindo diversos partidos políticos também acreditaram que durante o período de transição, os mulás, ora no governo, abririam mão do poder conquistado.

por Soeren Kern  •  19 de Fevereiro de 2019

  • O estado do Reno, Norte da Westphalia, já teve 114 imãs na prisão, agora tem apenas 25. A queda se deve ao fato das autoridades alemãs terem realizado inspeções de segurança onde os imãs estavam presos, quando descobriram que 97 deles eram funcionários públicos turcos cujos salários eram pagos pelo governo turco. A Turquia não permitiu que os imãs fossem interrogados pelas autoridades alemãs.

  • Em um artigo intitulado "O Idioma Alemão se Torna uma Língua Estrangeira em Muitas Prisões", o Berliner Morgenpost relata em uma matéria o crescente número de conflitos entre agentes penitenciários alemães e presos estrangeiros por causa das barreiras de comunicação.

  • As autoridades alemãs também relatam um aumento nos ataques de detentos contra os funcionários da prisão. Por exemplo, desde 2016 no estado do Reno, Norte da Westphalia, o número de agressões contra o staff prisional mais do que dobrou.

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O aumento de presos estrangeiros superlotou as prisões e causou falta de staff. As prisões em Baden-Württemberg e no estado do Reno, Norte da Westphalia, estão atualmente com 100% da capacidade. Foto: Prisão Remscheid em Remscheid, estado do Reno, Norte da Westphalia, na Alemanha. (Imagem: Coltdragoon/Wikimedia Commons)

Nas prisões alemãs, a proporção de presos nascidos no exterior atingiu o nível recorde, de acordo com um novo levantamento dos ministérios da justiça dos 16 estados da federação alemã. Em Berlim e Hamburgo, por exemplo, mais de 50% dos detentos são estrangeiros, segundo o levantamento, que também revelou um salto no número de islamistas encarcerados no sistema prisional alemão.

Os dados, compilados pelo jornal Rheinische Post, mostram que a escalada no número de prisioneiros nascidos no exterior teve início em 2015, quando a chanceler Angela Merkel permitiu que a Alemanha recebesse mais de um milhão de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio, via de regra sem serem devidamente checados.

por Judith Bergman  •  18 de Fevereiro de 2019

  • O documento realça que os textos usados pregam que os gays sejam apedrejados até a morte ou jogados do alto dos edifícios e pintam os judeus como "pessoas corruptas, más e traiçoeiras"... Os textos, continua o documento... pregam a "guerra" contra todos aqueles que não seguem o Islã sunita — Trecho extraído de um recente documento do Serviço de Segurança do Estado da Bélgica.

  • "O princípio mais importante da jihad é combater os infiéis e os agressores... A jihad armada se torna um dever individual de todo muçulmano." — Trecho extraído de um manual de ensino usado nas mesquitas belgas, segundo um relatório vazado da inteligência.

  • Tais manuais, ressalta o relatório, estão profusamente disponíveis "graças aos ilimitados meios financeiros e tecnológicos da máquina de conversão da Arábia Saudita e de outros países do Golfo". Os manuais, segundo o documento, foram encontrados não apenas na Bélgica, mas também em países vizinhos.

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Em maio, Benjamin Herman, um criminoso comum que se converteu ao Islã na prisão, assassinou três pessoas, (entre elas dois policiais) em Liège, Bélgica, enquanto gozava da saída temporária de 48 horas. Na sequência ele atirou e feriu mais quatro policiais aos gritos de "Allahu Akbar." Foto: centro da cidade de Liège. (Imagem: iStock)

A Bélgica, em sua bem intencionada acolhida dos recém-chegados do Oriente Médio, agora se depara com uma persistente ameaça terrorista e ainda uma "onda de jihadismo", segundo um novo estudo publicado pelo Serviço de Segurança do Estado da Bélgica (VSSE) em 30 de novembro. A principal razão dessa recente onda jihadista, observa o estudo, é a ininterrupta radicalização islâmica de detentos nas prisões belgas e o perigo de terroristas condenados tomarem parte em atos terroristas, uma vez cumpridas as sentenças ao voltarem às ruas.

"Nos anos vindouros", assinala o estudo, "o VSSE terá que ficar de olho dando uma atenção especial ao monitoramento de detentos condenados por atos de terrorismo após serem libertados". Os autores do estudo não revelam quantos detentos radicalizados existem na Bélgica, revelam apenas que em setembro de 2018 havia 130 detentos condenados por terrorismo ou "em detenção preventiva no contexto de um histórico de terrorismo".

por Raymond Ibrahim  •  17 de Fevereiro de 2019

  • O novo terrorismo nas Filipinas não é meramente inspirado por reivindicações políticas ou territoriais, reais ou imaginárias e sim imbuído de ódio intrínseco pelo "outro", pelo "infiel".

  • Em maio de 2017 na cidade de Marawi, um ônibus civil foi parado por jihadistas, quando foi descoberto que 9 passageiros eram cristãos, ao que tudo indica, porque não conheciam passagens do Alcorão, foram amarrados uns aos outros e mortos a tiros, a la execução. Os jihadistas que tomaram Marawi durante a revolta obrigaram as mulheres a se submeterem à escravidão sexual e intimaram os homens cristãos a abraçarem o Islã ou serem usados como escudos humanos contra o exército filipino.

  • O fatídico atentado com bomba contra uma igreja, que custou a vida de 20 pessoas e ferimento em outras 100, é o mais recente recado de que, assim como acontece em outras nações que têm uma considerável minoria muçulmana, as Filipinas está envolvida na jihad. Ao passo que a razão ostensiva que está por trás desses ataques poderia ser política ou territorial, o ódio sádico que acompanha esses ataques aos cristãos e às igrejas sugere que a ideologia é a motivação suprema.

Em maio de 2017, uma revolta extremista foi desencadeada na cidade de Marawi, de maioria muçulmana, nas Filipinas. Os jihadistas que tomaram Marawi durante a revolta obrigaram as mulheres a se submeterem à escravidão sexual e intimaram os homens cristãos a abraçarem o Islã ou serem usados como escudos humanos contra o exército filipino. Foto: fumaça da cena do combate em Marawi em 30 de maio de 2017. O exército filipino estava lutando com o grupo terrorista islâmico Abu Sayyaf pelo controle da cidade. (Imagem: Jes Aznar/Getty Images)

No domingo de 27 de janeiro, muçulmanos extremistas destruíram uma catedral católica em um atentado com bomba durante a missa nas Filipinas. Pelo menos 20 pessoas morreram e 111 ficaram feridas.

Às 8h45min da manhã, dois explosivos foram detonados com diferença de um minuto entre eles, perto da Catedral de Nossa Senhora do Monte Carmelo, em Jolo. De acordo com a Associated Press:

"Segundo testemunhas, a primeira explosão mandou pelos ares bancos de madeira e painéis de vidro no interior do salão principal, a segunda bomba arremessou restos humanos e destroços ao redor da praça central da cidade em frente à Catedral de Nossa Senhora do Carmo."

Fotos publicadas nas redes sociais mostraram corpos e restos humanos espalhados na rua em frente à catedral. O sacerdote oficiante, Pe Ricky Bacolcol, ouvido por último, "ainda estava em estado de choque e não conseguia falar sobre o ocorrido," salientou outro padre.

por Guy Millière  •  16 de Fevereiro de 2019

  • O terceiro grupo, extremamente grande: é o restante da população. A classe alta dominante os considera um peso morto lamentável e não espera nada deles, exceto silêncio e submissão. Eles geralmente têm dificuldade em fechar as contas. Eles pagam impostos mas veem que uma parcela cada vez maior desses impostos está sendo usada para subsidiar aqueles que os expulsaram de suas casas suburbanas.

  • Por enquanto, ao que tudo indica, Macron sequer reconhece que essas pessoas existem.

  • Quando Macron baixou os impostos dos mais ricos e aumentou os impostos dos "periféricos" com o imposto sobre os combustíveis, foi a gota d'água, isso sem falar da sua atitude arrogante e paternalista.

  • "Hoje, a maioria dos manifestantes não ataca os policiais. No entanto, em vez de agir para acalmar os ânimos, a polícia recebe ordens forçando a barra para que os policiais ajam com muita violência. Eu não culpo a polícia. Eu culpo aqueles que dão as ordens". — Xavier Lemoine, prefeito de Montfermeil, cidade nos subúrbios da região leste de Paris, onde o vandalismo de 2005 foi particularmente destrutivo.

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Policiais em confronto com um manifestante do movimento coletes amarelos em 18 de dezembro de 2018 em Biarritz na França. (Foto: Gari Garaialde/Getty Images)

Sábado, 26 de janeiro de 2019. As manifestações dos "coletes amarelos" foram organizadas nas principais cidades da França. A mobilização não está perdendo força. O apoio da população caiu ligeiramente, mas ainda é bem expressivo (60% a 70%, de acordo com os levantamentos). O principal slogan permanece o mesmo desde 17 de novembro de 2018: "Fora Macron". Em dezembro, foi adicionado outro slogan: "referendo de iniciativa dos cidadãos".

O governo e o presidente francês Emmanuel Macron têm feito tudo para esmagar o movimento. Tentaram enxovalhar, difamar, disseram que os manifestantes eram "subversivos" que queriam derrubar as instituições e fascistas "camisas marrom". Em 31 de dezembro, Macron se referiu a eles como "multidões odiosas". A presença de antissemitas no movimento levou um porta-voz do governo a chamar (incorretamente) todo o movimento de "antissemita".

por Giulio Meotti  •  5 de Fevereiro de 2019

  • Lamentavelmente, a posição do Papa Francisco em relação ao Islã parece advir do mundo da fantasia.

  • "O Islã autêntico e a leitura adequada do Alcorão se opõem a qualquer forma de violência", ressaltou o Papa, o que não é bem assim. É como se o Papa não medisse esforços no sentido de inocentar o Islã de qualquer uma de suas responsabilidades. Parece que ele está se empenhando nessa direção com mais determinação do que os muçulmanos devotos, como o presidente do Egito, Abdel Fattah el-Sisi, o autor e médico americano M. Zuhdi Jasser, o ex-ministro da informação do Kuwait Sami Abdullatif Al-Nesf, o autor franco/argelino Razika Adnani, o filósofo tunisiano Youssef Seddik radicado em Paris, o jornalista jordaniano Yosef Alawnah e o autor marroquino Rachid Aylal, entre muitos outros.

  • "O Papa Francisco não poderia de modo algum desconhecer os colossais problemas causados pela expansão do islã radical... no seio do domínio cristão... Vamos deixar claro, reiterando... a última religião que chegou à Europa, tem um impedimento intrínseco à integração no tecido europeu fundamentalmente judaico/cristão... – Boualem Sansal, autor argelino, em seu best-seller "2084."

  • O Papa Francisco agora se depara com o risco em potencial de um mundo cristão fisicamente engolido pelo crescente muçulmano, conforme estampado no Logotipo do Vaticano escolhido para a próxima viagem do Papa ao Marrocos. Está na hora de substituir o apaziguamento.

A perseguição aos cristãos já virou uma crise internacional. Lamentavelmente, a posição do Papa Francisco em relação ao Islã parece advir do mundo da fantasia. (Foto: Giulio Origlia/Getty Images)

Em 2018, simplesmente devido à sua fé, foram assassinados 4.305 cristãos. O novo "World Watch List 2019" revela esse dado impressionante compilado pela organização não governamental Missão Portas Abertas. A organização divulga que em 2018 houve um acréscimo de 1.000 vítimas cristãs, 25% a mais do que no ano anterior, quando o número atingiu a casa dos 3.066.

Nos dias de hoje, 245 milhões de cristãos ao redor do mundo são, ao que tudo indica, perseguidos simplesmente devido à sua fé. Em novembro último, a organização Ajuda à Igreja que Sofre, divulgou o "Relatório sobre Liberdade Religiosa" de 2018 e chegou a uma conclusão parecida: 300 milhões de cristãos foram expostos à violência. O cristianismo, apesar da forte concorrência, é chamado de "a religião mais perseguida do mundo".

por Majid Rafizadeh  •  2 de Fevereiro de 2019

  • Depois que o partido dos mulás impôs a lei da Sharia no Irã e a tornou a lei oficial inquestionável do país, as autoridades imediatamente mudaram a idade mínima para o casamento para 9 anos para meninas e 13 para meninos. Após 40 anos, a lei com base na Sharia continua em vigor.

  • A prevalência do casamento infantil "ainda permanece extremamente alta. Em uma análise minuciosa realizada em um grupo de 25 países, pelo menos uma em cada três mulheres se casa antes dos 18 anos e uma em cada cinco mulheres tem seu primeiro filho também antes dos 18 anos de idade." — Banco Mundial.

  • De acordo com as estatísticas oficiais iranianas, 180 mil casamentos de adultos com crianças ocorrem no país todos os anos. Como se isso não bastasse, em 2013 foi aprovada uma lei que permite aos homens casarem com suas filhas adotivas.

  • O Facebook funcionou como um pregão em um leilão de uma noiva criança no Sudão do Sul, no mês passado.

  • A menos que a comunidade internacional intervenha e, em vez de fazer apelos aos líderes islamistas, pressione-os para que essas leis sejam modificadas, mais crianças correrão perigo.

De acordo com as estatísticas oficiais iranianas, 180 mil casamentos de adultos com crianças ocorrem no país todos os anos. Além do abuso físico e sexual que essas meninas são obrigadas a aturar, muitas também têm que engolir abusos emocionais. (Imagem: iStock. Imagem para efeitos ilustrativos, não representa a criança do artigo.)

"Quando eu tinha oito anos meus pais me chamaram para uma conversa muito séria", contou Noushin em uma entrevista. "Eu me lembro claramente da voz trêmula da minha mãe. Ela me disse que em dois dias eu faria parte de uma bênção da religião islâmica. Meu pai foi categórico ao insistir que eu me comportasse e não armasse um barraco. Fiquei desentendida, confusa, mas eu confiava neles, eu sabia que eles estavam me dizendo a verdade. Eu confiei neles até que uma aliança foi colocada no meu dedo e virei a noiva de um homem de 43 anos." Noushin, agora com 19 anos, é mãe de três filhos.

É de se imaginar que os pais dela, que de bom grado deram sua filha a esse homem, eram chucros ou nunca entraram em contato com a modernidade. Na realidade, o pai de Noushin foi educado na Europa e depois voltou ao seu país para trabalhar para o governo.

por Soeren Kern  •  30 de Janeiro de 2019

  • "O populismo e o nacionalismo estão avançando em todos os países europeus. Pela primeira vez, um país, a Grã-Bretanha, está deixando a União Europeia. No mundo inteiro o multilateralismo está sob pressão..." – Chanceler alemã Angela Merkel.

  • "Convergir tanto assim em relação à Alemanha é abdicar da soberania, uma traição. Se não tivéssemos alertado o público, o texto teria sido assinado na calada da noite. O texto prevê, mormente, a necessidade de legislar caso haja obstáculos à cooperação franco/alemã... Não quero mais convergência com Berlim, seja em questões sociais ou de segurança, nem em se tratando de consultas estreitas no Conselho de Segurança da ONU." — Marine Le Pen, no jornal Le Temps.

  • "Emmanuel Macron quer um grandioso debate com cidadãos que participam da vida pública de nosso país. Ao mesmo tempo, porém, o presidente da república negociou um tratado às escondidas, muito embora esse tratado diga respeito às condições essenciais para o exercício de nossa soberania nacional. Nem o povo francês, nem o Parlamento, nem o Conselho Constitucional foram consultados... Por inúmeras razões, este tratado passa por cima da nossa soberania nacional." – Nicolas Dupont-Aignan, líder do partido Debout La France! (França, de Pé!!).

A chanceler alemã Angela Merkel salientou recentemente que o novo pacto entre a Alemanha e a França visa estabelecer uma "cultura militar comum" franco/alemã e "contribuir para a criação de um exército europeu." Foto: soldados da brigada franco/alemã, unidade militar criada em 1989, consistindo de unidades conjuntas dos exércitos francês e alemão. (Foto: Sean Gallup/Getty Images)

O presidente francês Emmanuel Macron e a chanceler alemã Angela Merkel assinaram um novo tratado de amizade franco/alemão que visa revigorar a União Europeia, atingida pelo rombo financeiro, migração em massa e o Brexit, bem como os inúmeros interesses e prioridades conflitantes entre os 28 Estados Membros.

A França e a Alemanha, autoproclamadas guardiãs da integração europeia, ressaltaram que o novo tratado é uma resposta à crescente influência de populistas na Áustria, Grã-Bretanha, França, Itália, Hungria, Polônia e outros países europeus que procuram cozinhar o galo ou até mesmo reverter a integração europeia, resgatar da União Europeia a soberania nacional e transferir os poderes ora em suas mãos de volta às capitais de cada país.